DSPS apoia campanha de vacinação contra a febre amarela

Por: Soldado Rodrigo Costa, em 29/01/2018


Nesta semana a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), através da Diretoria de Saúde e Promoção Social (DSPS), deu início a campanha interna preventiva para a vacinação contra a febre amarela. A campanha tem por finalidade orientar e sensibilizar os profissionais da ativa e da reserva, bem como seus familiares, acerca do risco atrelado à febre amarela no Estado.

Os órgãos de saúde vem constatando a expansão da área de circulação do vírus da febre amarela, com aumento considerável em 2017, em todo o país. Neste contexto, a recomendação do Ministério da Saúde é para que a vacina seja realizada prioritariamente em áreas com risco de transmissão (municípios afetados), sendo, neste caso, “aconselhada para todos os indivíduos que residam nestas áreas de risco e para os viajantes em visitação”.

Em Santa Catarina há 162 municípios considerados como “área com recomendação da vacina”, tanto para os indivíduos residentes como para os visitantes. A relação de municípios afetados pode ser visualizada clicando AQUI.

Desta forma, é mais do que necessário esclarecer ao efetivo PM sobre a necessidade da vacinação, especialmente os policiais que residam em áreas onde há evidência da circulação ativa do vírus da febre amarela, bem como repassar orientações gerais com o intuito de preveni-la, de acordo com os dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde (20017), a saber:

1) O que é a Febre Amarela?

A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, que ocorre na América do Sul e na África.

2) Qual o vírus responsável pela doença?

De acordo com o Ministério da saúde o vírus RNA, Arbovírus do gênero Flavivirus, família Flaviviridae é o responsável pela doença.

3) Quais os sintomas?

A literatura científica na área descreve os principais sintomas da doença, sintetizadas no quadro 1.



4) Como se transmite?

A febre amarela é transmitida pela picada dos mosquitos transmissores infectados, cabe ressaltar a impossibilidade de transmissão de pessoa para pessoa. A seguir pode-se visualizar o ciclo da doença a partir dos vetores de transmissão.



5) Como tratar?

A literatura especializada não traz nenhum tratamento específico para a doença, após contraída, sendo o tratamento no caso de contração meramente sintomático e requer:

5.1 Nas formas menos graves: o paciente deve ser hospitalizado, receber cuidados na assistência ao paciente, repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, neste último caso quando indicado.

5.2 Nas formas graves: o paciente deve ser atendido em uma Unidade de Terapia Intensiva, alerta-se para o risco de morte, caso não receba a assistência médica necessária.

6) Orientações para vacinação e prevenção

Segundo o Ministério da Saúde a única forma de evitar a febre amarela silvestre é a vacinação contra a doença, a qual é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano.

A vacina contra a febre amarela (17DD) é elaborada com o vírus vivo atenuado, sendo produzida também no Brasil. A vacinação é indicada para todas as pessoas que vivem em áreas de risco para a doença (zona rural da Região Norte, Centro Oeste, estado do Maranhão, parte dos estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), onde há casos da doença em humanos ou circulação do vírus entre animais (macacos). Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença.

*No Estado, a vacina pode ser obtida em qualquer Unidade Básica de Saúde, distribuídas nos municípios. A relação das “salas de vacinação no Estado de Santa Catarina” encontra-se no disponível link: http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/imunizacao/publicacoes/MaterialSL.pdf

7) Contraindicações a vacinação

Verifica-se a partir das orientações do Ministério da saúde que a vacina da febre amarela é contraindicada em alguns casos específicos, bem como alguns indivíduos só podem ser vacinados após avaliação médica, aspectos detalhados no quadro 3.

Quem não pode tomar a vacina?



Texto: tenente-coronel Julival Queiroz de Santana – Responsável pela subdireção da DSPS

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