Clipagem 04 de abril – sexta-feira
DIÁRIO CATARINENSE
Reportagem Especial
Papagaio é pego em SC pela 4ª vez
Recapturado
Depois de dois meses de investigações, policiais civis e militares prenderam ontem, às 13h30min, o assaltante gaúcho Cláudio Adriano Ribeiro, o Papagaio, 41 anos, especialista em roubos a bancos e carros-fortes. O criminoso foi detido nos fundos de um posto de combustíveis às margens da BR-101 em Tubarão, no Sul do Estado. Foi a quarta vez que Papagaio foi pego em SC (em outra ocasião, policiais catarinenses o prenderam em Tocantins).
Papagaio estava foragido desde 27 de janeiro deste ano do Instituto Miguel Dario, em Porto Alegre (RS).
Quando chegou à sede da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), ontem, em Florianópolis, Papagaio usava calça social preta, camisa rosa, sapato de couro e uma gravata azul discreta. O assaltante estava barbudo, gordo e a tinta loura no cabelo precisava de retoque. Andava de cabeça baixa e bem devagar por causa das algemas nos tornozelos.
O diretor da Deic, Ilson Silva, disse que o criminoso se preparava para realizar uma série de roubos em cidades do Sul do Estado e da Grande Florianópolis neste final de semana. Papagaio foi preso quando encontrou a mulher, Carlize Forrest Favero da Silva, 39, e uma terceira mulher, não identificada. Ele dirigia um Mégane clonado que foi roubado em 7 de fevereiro em Porto Alegre.
A mulher, que é gerente de um posto de combustíveis em Içara, no Sul do Estado, estava em uma picape Montana. No carro de Carlize foram encontrados dois carregadores de pistola calibre 380, cerca de 30 munições para esse tipo de arma, três máscaras, fita adesiva e uma lanterna. Ela foi presa em flagrante.
O assaltante era investigado havia dois meses. O diretor da Deic disse que foi usada uma extensa rede de informantes no Litoral Catarinense para descobrir o paradeiro do criminoso. O trabalho revelou que Cláudio Adriano esteve em várias cidades do Sul, da Grande Florianópolis, do Litoral Norte e de Curitiba (PR) e Porto Alegre.
Criminoso estava em resort na Capital
Ilson revelou que desde quarta-feira uma equipe estava no Sul de SC a procura do assaltante. No entanto, papagaio foi localizado na Capital, hospedado em um resort. Pela manhã, policiais já monitoraram o criminoso. Ele foi seguido pelas ruas da cidade por investigadores disfarçados que pilotavam motocicletas.
Os agentes acompanharam Papagaio na viagem até Tubarão. Eles esperavam uma oportunidade para realizar a prisão em um local com pouca circulação de pessoas. O medo era uma possível reação de Papagaio colocar a vida de terceiros em risco.
Quando Cláudio Adriano parou nos fundos do posto, os policiais deram a ordem de prisão. Papagaio estava fora do carro e não esboçou reação. Colocou as mãos na janela do Mégane e esperou ser algemado.
O diretor da Deic declarou que Papagaio é suspeito de um assalto no Paraná, outro em Porto Alegre e um no Sul de SC.
Ilson disse que a quadrilha que cometeu os crimes usava máscara, estava armada com fuzis e roubou grande valores, modo de agir semelhante ao de Cláudio Adriano.
Link para vídeo: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/PlayerEmbed.aspx?midia=17694&channel=102
FELIPE PEREIRA
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Para o seu filho ler |
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Papagaio é o apelido do assaltante Cláudio Adriano Ribeiro, que nasceu no Rio Grande do Sul. A polícia diz que ele rouba bancos e os carros blindados que levam dinheiro aos bancos. Em 1997, Papagaio comandou um assalto contra o Besc de Blumenau. Foi o maior roubo a banco já registrado em Santa Catarina: foram roubados R$ 980 mil e um vigilante morreu. Durante o assalto, Papagaio levou um tiro. Ele foi levado ao hospital, mas fugiu. Foi preso outra vez, mas tornou a fugir. Já foram cinco fugas. Depois de quatro delas, foi preso em Santa Catarina. |
Antes da prisão, almoço tranqüilo
Antes de ser preso, Cláudio Adriano Ribeiro, o Papagaio, almoçou tranqüilamente no restaurante de um posto de combustíveis às margens da BR-101 no Bairro Morrotes, em Tubarão, no Sul do Estado. Ninguém no estabelecimento desconfiou que se tratava de um dos criminosos mais procurados do Sul do país.
Maiane Rosa, uma das atendentes do estabelecimento, lembra que Papagaio e as duas mulheres que o acompanhavam ficaram em uma mesa próximo ao bufê do restaurante. Estavam tranqüilos como os demais clientes, comportamento que não chamou a atenção de nenhum dos funcionários.
- Lembro que ele e as mulheres serviram-se normalmente, pagaram a conta e saíram. Instantes depois, os policiais o prenderam - disse Maiane.
A atendente conta que viu pela janela do restaurante o momento exato em que um dos policiais segurou Papagaio pelo pescoço para depois imobilizá-lo com as algemas.
Caminhoneiro testemunha captura de assaltante
- Ninguém iria imaginar que ele seria um assaltante perigoso. Se passou por uma pessoa normal, de calça e sapatos sociais, camisa rosa e gravata - contou a funcionária.
O caminhoneiro Gelson Rodrigues Teixeira, 42 anos, testemunhou a prisão de Papagaio. Ele dormia na cabine do caminhão estacionado nos fundos de um posto de combustíveis onde os policiais capturaram o foragido.
- Eu ouvi um tiro. Olhei pela janela e vi que os policiais armados cercaram um carro e algemaram um homem e duas mulheres - disse.
Segundo Teixeira, Papagaio tentou resistir, mas os policiais algemaram ele e o jogaram no chão.
- Os policiais estavam fortemente armados, não tinha como fugir daquele cerco. As duas mulheres não tiveram reação e nem tentaram fugir. A ação durou pouco mais de cinco minutos.
O caminhoneiro disse que ficou com medo ao ver a cena.
- Acordar com barulho de tiro é ruim. Quando olhei pela janela, um policial me orientou a ficar distante dali. Só depois fiquei sabendo que o rapaz preso era o Papagaio, que estava foragido no Rio Grande do Sul.
MARCELO BECKER | Tubarão
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O fim das fugas |
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A ida para o albergue |
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Após dois dias foragido, se apresentou no Fórum Central de Porto Alegre e prestou depoimento por menos de meia hora. Depois, foi para o albergue Pio Buck, ao lado do Presídio Central |
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A volta ao fechado |
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Durante 10 dias, Papagaio ficou isolado em uma cela da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas. A medida foi tomada após agentes terem flagrado o assaltante bebendo cerveja no albergue Pio Buck, no dia 14 de dezembro. |
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A volta ao semi-aberto |
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Em 21 de dezembro, Papagaio voltou para o semi-aberto. A pena inicial foi revogada porque a falta comedida por ele foi considerada média, e não grave - único caso em que a punição é o isolamento do preso |
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A quinta fuga |
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O assaltante escapou mais uma vez da prisão na madrugada do dia 27 de janeiro de 2008. Ele cumpria pena no Instituto Penal Miguel Dario, na zona leste de Porto Alegre. O Ministério Público reivindica que ele retorne ao sistema fechado. Recurso nesse sentido tramita no Tribunal de Justiça do RS |
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A quarta recaptura |
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Papagaio foi recapturado no início da tarde do dia 4 de abril em Tubarão, em SC. |
O último adeus ao mestre Zumblick
Artista plástico foi enterrado ontem em Tubarão, cidade onde nasceu e morou durante seus 94 anos

O adeus a Willy Zumblick foi uma demonstração de carinho, respeito e, principalmente, reconhecimento do povo de Tubarão ao artista plástico que morreu por complicações pulmonares aos 94 anos, na noite de quinta-feira. Ele foi sepultado ontem.
Nas lágrimas das pessoas que o homenagearam estavam sentimentos de gratidão e orgulho pelas pinturas que retrataram os hábitos, a cultura e a simplicidade do povo da região onde o artista morou durante toda a vida.
Ainda durante a madrugada, o corpo foi levado para o velório no Museu Willy Zumblick, onde estão expostos alguns dos mais de 5 mil quadros do artista. De manhã, amigos, antigos clientes da relojoaria da família, admiradores, empresários, estudantes e comunidade em geral foram se despedir.
A bandeira de Tubarão a meio mastro indicava luto oficial no município, mas o símbolo que chamava a atenção estava ao lado do caixão: a bandeira do Divino, uma de suas paixões e tema de várias obras.
O filho e ex-reitor da Udesc, Raimundo Zumblick, comentou alguns dos hábitos do pai:
- Era uma pessoa calma e sensata. Para tirá-lo do sério não era fácil.
Políticos e personalidades do Estado compareceram
Após o meio-dia, o velório foi tomado por uma multidão que dividiu espaço com mais de 70 coroas de flores. Pouco depois das 15h, chegava ao local o ex-governador Esperidião Amin, acompanhado da esposa Ângela Amin. Às 16h, o caixão foi levado no caminhão do Corpo de Bombeiros até a Igreja São José Operário, onde estão as telas produzidas pelo pintor sobre a Via Sacra.
Poucos minutos depois, o cortejo chegava ao local, ao som da marcha religiosa Pelos Prados e Campinas, executada pela banda da Polícia Militar de Florianópolis. Na missa, que contou com a presença do governador Luiz Henrique da Silveira, o padre Raimundo Ghizoni fez uma observação sobre a carreira de Zumblick:
- Uma das heranças que ele nos deixa é o caminho da religiosidade.
Ao anoitecer, o caixão chegou ao cemitério Horto dos Ipês. Não houve discursos. O último adeus a um dos mais talentosos artistas catarinenses teve apenas o toque de silêncio de uma corneta e uma salva de palmas puxada por um grupo de escoteiros.
MARCELO BECKER | Tubarão
Drogas
Casal tinha arma e drogas
Usuários fizeram a denúncia

Policiais militares prenderam o pescador Edson Machado, 41 anos, o Edinho, e sua companheira, Simone Bonfim, 23, pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.
Eles foram localizados em casa, no Bairro Praça, em Tijucas, com uma pistola, 26 porções de maconha e três de cocaína, uma pedra de crack e radioscomunicadores.
A investigação começou com a detenção de vários usuários que denunciaram o traficante. Os policiais também apreenderam um livro da contabilidade do tráfico, com o nome e as dívidas de outros traficantes.
- O livro será objeto de investigação. Eles mantiveram o direito de falar somente na frente do juiz - disse o delegado Wilson Carvalho.
Ambos foram transferidos, ontem, para o Presídio de Tijucas. Segundo o delegado, Edinho já tem antecedentes criminais por tráfico.
- Ele abastecia outros traficantes da região, mas não conseguimos localizar o esconderijo das drogas. Mas a investigação continua - afirmou o soldado PM, Rafael Luz.
MICHAEL GONÇALVES | Tijucas
Drogas
Quatro são detidos com crack e pistola

A Polícia Militar de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, apreendeu, na noite de ontem, 250 pedras de crack, 150 gramas de maconha, uma pistola de pressão usada para furtos e R$ 1 mil em dinheiro.
O flagrante foi feito pelos soldados no Morro do Fabrício, por volta das 19h. Quatro pessoas foram detidas por tráfico de drogas e encaminhadas à delegacia. Um usuário chegou a ser detido, mas foi liberado após assinar um termo circunstanciado.
Santo Amaro
Sistema Prisional
PM faz operação pente-fino em Itajaí

A Polícia Militar realizou uma operação pente-fino no Presídio Regional de Itajaí. Foram apreendidos aparelhos de telefone celular e drogas durante revista nas galerias B, C, D, ala de segurança, ala feminina e área de semi-aberto. O local abriga 566 detentos. Os policiais encontraram uma faca, um espeto, oito celulares, nove baterias e um carregador e várias porções de maconha e haxixe.
Participaram da operação 26 policiais e 76 representantes da Secretaria de Justiça e Cidadania.
A NOTÍCIA

Barreiras sanitárias
Fiscalização por terra e pelo ar
Cidasc e Graer trabalham em conjunto para combater entrada de gado clandestino
JOSI TROMM
A fiscalização contra a entrada clandestina de gado em Santa Catarina continua intensa na região Norte do Estado. O objetivo é evitar a contaminação do rebanho catarinense com o vírus da febre aftosa. Além dos fiscais da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), que trabalham em 11 postos por terra durante 24 horas todos os dias, a equipe do Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar, auxilia pelo ar. Por meio do helicóptero Águia, quatro tripulantes sobrevoam a divisa entre os estados do Paraná e Santa Catarina, nas cidades de Rio Negrinho, São Bento do Sul e Campo Alegre. Segundo o capitão Nelson Henrique Coelho, comandante da base Norte do Graer, o objetivo é evitar a entrada de animais por caminhos clandestinos. Por isso, regiões do rio Negro, de difícil acesso são os locais mais fiscalizados, para evitar a entrada pela água. O gerente regional da Cidasc, Osmar Carpen, defende o apoio do Graer e garante que essa medida tem ajudado a combater o transporte irregular de animais. O capitão Coelho disse que já perceberam que há caminhos alternativos de entrada no Estado, mas até agora não encontraram irregularidades. A operação do Graer começou em fevereiro e deve ser intensificada a partir do dia 15 de abril. As barreiras da Cidasc existem há mais de dois anos e não têm data para terminar. O trabalho faz parte das exigências feitas pela União Européia e pela Rússia, para que o Estado possa continuar exportando gado. "O importante é que sempre temos em nossa companhia um fiscal da Cidasc, para eventuais irregularidades que possamos encontrar durante os sobrevôos", disse o comandante do Graer.
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Como ocorre o trabalho
Por terra
Onze barreiras são montadas no Planalto Norte, sete delas em Campo Alegre.
Fiscais da Cidasc trabalham 24 horas por dia neste postos.
A partir do dia 15, a fiscalização será mais intensa.
Pelo ar
Quatro tripulantes do grupo de radiopatrulhamento aéreo (Graer) sobrevoam a região praticamente todos os dias.
O trabalho dura em média quatro horas, sendo uma de vôo efetivo.
Quando há suspeita de irregularidade em algum transporte, o helicóptero Águia faz um pouco na rodovia e intercepta o veículo.
Os sobrevôos ocorrem principalmente por cima do rio Negro e de áreas de vegetação, para evitar caminhos clandestinos.
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Gente
Lágrimas e aplausos no adeus a Zumblick
Artista é enterrado na terra que amou e nunca quis deixar
Tubarão
O adeus a Willy Zumblick foi uma demonstração de carinho, respeito e reconhecimento do povo de Tubarão ao artista plástico sepultado ontem no cemitério Horto do Ipês. Seu Willy, como era conhecido em Tubarão, morreu por volta das 21 horas de quinta-feira por complicações causadas por uma infecção pulmonar surgida há sete meses. Ainda durante a madrugada, o corpo do artista plástico foi levado para o velório no Museu Willy Zumblick, onde estão expostos alguns de seus mais de cinco mil quadros. Durante a manhã, centenas de pessoas passaram pelo museu para se despedir do pintor. A bandeira de Tubarão em meio mastro indicava luto oficial na cidade, mas o símbolo que chamava a atenção estava ao lado do caixão de Zumblick.A bandeira do Divino, uma de suas paixões, também permaneceu junto a ele no velório. Após o meio-dia, o velório ficou tomado por uma multidão, que dividiu espaço com mais de 70 coroas de flores. Às 16 horas, o caixão de Willy Zumblick foi levado no caminhão dos bombeiros até a Igreja São José Operário, no bairro Oficinas, onde estão as telas produzidas pelo pintor sobre a Via Sacra de Jesus Cristo. Às 16h18, o cortejo chegou ao local ao som da marcha religiosa "Pelos Prados e Campinas", executada pela banda da Polícia Militar (PM). Na missa, o padre Raimundo Ghizoni fez uma observação sobre a carreira de Zumblick. "Deus criou um mundo bonito e deu a Willy Zumblick o talento necessário para retratá-lo", disse Ghizoni. Ao anoitecer, o caixão chegou ao cemitério Horto dos Ipês. A homenagem teve tiros de espingarda e músicas das bandas da PM e Lira Tubaronense. Não houve discursos. O adeus a um dos artistas catarinenses mais talentosos teve apenas o toque de silêncio do corneteiro da PM e uma salva de palmas puxada por um grupo de escoteiros. Apesar de ser um dos principais artistas do Estado a ganhar reconhecimento, até no exterior, Willy Zumblick não deixou de ser uma pessoa de hábitos simples. Tinha orgulho da cidade, o mesmo sentimento que vários moradores demonstravam por serem conterrâneos de "Seu Willy". "Vivemos na cidade que ele viveu e amou. Isso é motivo de orgulho", contou a aposentada Francelina Luciana, 82 anos. Na saída para o velório, quem passava pelo bairro Oficinas parou em respeito. Quem assistia à missa se emocionou. Nas calçadas, eram vários os comentários pela partida do "Seu Willy".
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