Foto: Lema da unidade
Foto: Foto da unidade da Polícia Militar de Santa Catarina
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PMSC realiza live sobre autismo


A Polícia Militar de Santa Catarina realizou na terça-feira, 12, a transmissão de uma palestra ao vivo (LIVE) sobre o Autismo. O tema debatido abordou os conceitos, os direitos e como realizar a abordagem de pessoas com o Transtorno do Espectro Autista. A live foi transmitida pelo canal do YouTube da PMSC (@pmscoficial) diretamente da sede do comando-geral, em Florianópolis.

Participou da live a presidente da Associação de Pais e Amigos do Autista de Blumenau e Microrregião, Ana Paula Muller, que falou sobre os aspectos clínicos do autismo e como se identifica uma pessoa com o TEA. O coordenador da transmissão foi o chefe do Estado Maior do 7º Comando Regional (Blumenau), tenente-coronel Adair Alexandre Pimentel. Também participaram o promotor de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude, João Luiz de Carvalho Botega, que falou dos principais direitos dos autistas e que ações o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) realiza sobre o autismo e o chefe do setor de Padronização Operacional da PMSC, major Sami Sartor, que salientou os principais aspectos da Nota de Instrução 003/2021 da Polícia Militar e o seu impacto na atividade fim da corporação. A moderação da live foi feita pelo chefe do Centro de Comunicação Social da PMSC, tenente-coronel Aldo Vidal dos Santos Júnior.

Contexto - No último dia 02 foi comemorado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. A data, criada em 2008 pelas Organização das Nações Unidas (ONU), chama a atenção para a importância de conhecer e tratar o transtorno que atinge mais de 70 milhões de pessoas no mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve atrasos e comprometimentos do desenvolvimento, seja da linguagem, seja no comportamento social. Os sintomas podem ser emocionais, cognitivos, motores ou sensoriais. O diagnóstico definitivo é dado após os 3 anos de idade, mas os sintomas podem ser observados antes disso e os cuidados podem ser iniciados de imediato. A incidência em meninos é maior, tendo uma relação de quatro meninos para uma menina com o transtorno.

Para efeitos legais, os autistas são considerados pessoas com deficiência. De acordo com a Lei nº 12.764/12, é direito da pessoa com TEA o acesso a ações e serviços de saúde, incluindo identificação precoce, atendimento multiprofissional, terapia nutricional, medicamentos e informações que auxiliem no diagnóstico e no tratamento.